Revolushow 6 – No céu tem religião? (e morreu)

No episódio de hoje Eu (Zamiliano), Larissa Coutinho, Poderoso Porco, Diego Miranda, Cristiano Barba e Muhammad Puncha iremos discutir esse assunto que parece complicado e cabeludo, (tal vez seja) mas não é, que é a expressão religiosa de cada um de nós e como vivemos ela em nosso cotidiano e como os outros acham que nós deveríamos lidar com ela.

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LINKS:

Teologia de Boteco – http://crentassos.com.br/blog/category/podcasts/teologiadeboteco

Melhores do Mundo – http://melhoresdomundo.net/

Islamicast – https://soundcloud.com/islamicast

 

13 comentários Adicione o seu

  1. mangenooo zenn disse:

    CADE A PORRA DO LINK DE DOWNLOAD !!! krl tem q ser muito maconheiro pra ter um podcast e esquecer/seuqelar uma coisa dessas..

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  2. Andre disse:

    Onde eu acho a parada do espiritismo libertário q um dos participantes mencionou? Obrigado

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  3. Wagner Brito disse:

    Cara, muito revolutop essa edição! Se vc estiver pensando em fazer mais nessa linha, posso falar do budismo (que é a minha religião)

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  4. FrankCastle disse:

    Sobre a Religião ser o “Ópio das Massas” (no contexto em que foi abordado no podcast) me fez lembrar dessa tira do Calvin e Haroldo:

    A questão levantada pela Larissa, que é a repulsa que muitos membros possuem da religião, me fez lembrar de algo: muitas vezes um grande grupo de pessoas estão ligadas por um único ponto.

    Uma vez que este ponto é deixado em segundo plano, muitas vezes, percebe-se que não há mais concordância em quase nada!

    E isso vale para muitas “comunidades”. Qualquer pessoa que não seja fanática, que seja questionadora, sempre terá ponderações e dificilmente se encaixará perfeitamente em um perfil.

    Sou de família católica, cheguei a fazer estudos religiosos e 1ª comunhão, mas entre 16 e 18 anos apenas constatei que, realmente, não acreditava em deus. Como já é de se esperar, tive minha fase “discípulo” de Richard Dawkins e de ataque à religião, deboche etc. Hoje, sou bem razoável.

    O que mais acho interessante nas religiões é a noção de comunidade. É algo que, fora delas, percebo que faz muita falta.

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  5. É montagem, eu não falei nada disso… Eu estava drogado, quer dizer, eu fui drogado… quer dizer, não que eu tenha ido até ai, já drogado, alguém me drogou sem meu consentimento…

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  6. Tales disse:

    Qual o nome/autor da música do fim? Mto boa, é Daft Punk?

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  7. Lá vou eu passar meia hora procurando essa música do Daft Punk que toca no encerramento.

    P.s.: ótimo cast, sérião (diz isso um cristão protestante muito inclinado a esquerda)

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  8. Fiquei chocado quando ouvi a Larissa dizer que o Brasil é o quarto país em casamento infantil. Dito dessa forma parece que é o quarto do mundo, mas na verdade é o quarto da América! Continua sendo um absurdo e não invalida a argumentação da Larissa, mas acho que um pouco mais de cuidado no repasse de dados é importante. (Olha aí que os termos fake news e pós-verdade estão em evidência atualmente!)

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  9. Deixar um comentário corrigindo a Larissa de que o Brasil é o quarto país em casamento infantil na América e não no mundo, mas fui pesquisar um pouco mais e vi que é do mundo mesmo.

    Que comportamento idiota o meu! Primeiro quis corrigir a Larissa e só depois fui pesquisar! Aff!!!

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  10. Soares disse:

    Foi passado muito pano para as religiões. Todas elas são usadas para validar os preconceitos e visões particulares dos seus praticantes, por isso um mesmo livro base consegue gerar centenas de vertentes diferentes de culto. Acredito que religiosidade é diferente de religião, muitos ateus o sao pelo fato de não encontrar representatividade nas práticas das religiões vigentes. Religiosidade não é automaticamente incompatível com os conceitos de esquerda, no meu entendimento da famosa frase do “opio do povo” a religião e prejudicial quando usada pra justificar a dominação de classe e escapismo da realidade, e não fruto de reflexão e aprimoramento/educação moral.

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  11. Tem um livro chamado “Orientalismo” de Edward Said que fala da forma como o ocidente enxerga e constrói uma imagem do Oriente que eu fiquei pensando o tempo todo durante a fala sobre as mulheres muçulmanas. Tem um outro autor também muito interessante chamado Michel de Certeau que trabalha a religião dentro do cotidiano (que vocês enfatizaram bastante) e que é um padre jesuíta. Ele tem uma visão muito legal sobre o assunto. E, por fim, tem o Cehir que é um centro que estuda religião na Unicamp que acabou de começar, mas já está produzindo umas coisas muito legais. Obrigada por esse debate, foi muito construtivo 🙂

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