32 - História da questão chinesa - Revolushow
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32 – História da questão chinesa

32 – História da questão chinesa

No episódio de hoje, Diego Miranda, João Carvalho, Valéria Ribeiro e Jones Manuel irão discutir sobre a história da questão chinesa.

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Trilha sonora: Enxugando o Gelo by BNegão & Seletores de Freqüência is licensed under a Attribution-Noncommercial-Share Alike 3.0 Brazil License.  Musopen In The Hall of the Montain King. This work comes from the non profit U.S. organization Musopen where it is available at the following link:http://www.musopen.org/music/piece/1568


-SSX DIGITAL –
www.ssxdigital.com.br

9 Comentários
  • Ricardo Rodrigues
    Escrito as 17:58h, 19 dezembro Responder

    First

  • Luiz Souto
    Escrito as 09:27h, 20 dezembro Responder

    Inicialmente, parabéns pelo episódio ! Como bem colocaram a falta que temos de informação sobre o processo da revolução chinesa no Brasil é enorme e a discussão ( e as dicas de leitura) foram valiosas. Mas gostaria de pontuar que, ao analisar as fases da revolução, faltou um personagem fundamental para entender as mudanças de linha do PCC: a Internacional Comunista. Tanto o que foi denominado “oportunismo de direita” (com a submissão ao Kuomintang e que levou à derrota/massacre de 1927) quanto o “oportunismo de esquerda” que o sucedeu e levou a nova derrota foram o cumprimento fiel do PCC às diretrizes da IC. Na primeira fase a tática da IC para a China era etapista e preconizando a adesão dos militantes do PCC ao Koumintang. O Koumintang que foi admitido na IC como “partido simpatizante” em março de 1926 e Chiang Kai- Shek nomeado “membro de honra” do Presidium do Comitê Executivo da IC; um ano após (março/abril de 1926) tem-se o ataque e massacre dos comunistas chineses pelo partido “simpatizante” comandado pelo “membro de honra”. Já o “oportunismo de esquerda” foi o aventureirismo de esquerda, organizado pelos enviados da IC junto ao PCC, e que resultou no massacre da insurreição de Cantão em dezembro de 1927. A grande virtude tática e estratégica de Mao foi, ao mesmo tempo em que se mantinha ligado à Moscou, habilmente manobrar no sentido de uma guerra nacional-revolucionária passando por cima de diretrizes da IC quando necessário ( e das de Stalin, após a dissolução da IC em 1943), notadamente no final do período da Segunda Guerra Mundial e no avanço que levou à vitória em 1949. Este processo de adesão/conflito na relação entre o PCC e as políticas da IC está bem detalhado no livro de Fernando Claudín “A Crise do Movimento Comunista”, do qual temos uma ótima edição recente pela Expressão Popular. Abraços !!

  • Gabriel Pereira
    Escrito as 12:17h, 20 dezembro Responder

    – discurso sobre ecossocialismo enquanto a China é uma das grandes financiadoras do projeto no Brasil de transformar o cerrado e a amazonia em um grande plantio de soja; como é que sustenta as palavras na concretude?

    – essa nebulosidade sobre a questão dos modos de produçao e dos mecanismos de controle popular nas empresas não deveria ser central de fato? é muito importante sim o fim da miséria, mas comemorar aumento da renda percapita? em que termos de consumo? consumo por consumo? como é o fomento a agricultura organica, agroecologia, reflorestamento… saude coletiva, agua e terra preservadas. Vale um desenvolvimento de cheirar nuvens de fumaça, comer veneno e trabalhae 12h em industrias ganhando porra nenhuma?

    – Jones criticou Zizek – mas me diz o seguintr é ou não é verdade que a china reprime o estudo marxista independente da linha do partido? assim como a urss e seus partidos após a terceira internacional e as intervençoes de lenin fizeram no mundo de reprimir todas as linhas q não era a do partido (diretriz que me parece nao incomodar até hoje o pessoal dos partidos centralista “democraticos”?

    Eu como “latino americano” uma perspectiva do sul, comunista libertário/ de conselhos, acredito que não devemos nada a China a não ser olhos muito abertos sob a influejcia dela na questao nacional Brasileira contemporanea que me parece que é de financiar a destruiçao de nossas florestas e de que sejamos um país de economia de exportação primária super dependente.

    saudações, apesar das polêmicas o debate é sempre bom.

  • Rodrigo Machado
    Escrito as 22:35h, 06 janeiro Responder

    Que ep lindo, emocionei!
    Não tem link pra download?

  • Rodrigo Machado
    Escrito as 22:36h, 06 janeiro Responder

    já achei perdão kkk

  • Conrado de Mello Calvet
    Escrito as 12:23h, 10 janeiro Responder

    Faltaram as recomendações de leituras e os links no post.

    Estou comentando sem terminar de ouvir o podcast inteiro.

    Abraços,

  • Panino Manino
    Escrito as 14:50h, 22 janeiro Responder

    É absolutamente verdadeiro e inquestionável que a China precisava de uma revolução naquele momento e a revolução foi algo bom, no entanto não consigo entender e aceitar argumentos para defender o Mao.
    Ele era teimoso, talvez a única qualidade dele, que fez insistir na revolução até ela acontecer.
    Fora isso…

    Concordo que você tem que ver essas questão de uma forma diferente, mas aberta, não ignorar as consequências e motivações positivas. Mas defender o “indefensável” Mao? Por tudo que já ouvi e li sobre ele (não muito, admito) como não ter outra visão dele que não a de que era um idiota, irresponsável, inconsequente? Os outros revolucionários tudo bem, me parecem gente decente e equilibrada, mas não ele. Ao mesmo tempo que se vê a parte positiva, como não ver a negativa do Mao? E digo isso insistindo no ponto de que a parte negativa se destaca muito mais que a positiva.
    A revolução ajudou a melhorar a vida e salvou milhões de vidas, sim, mas ao mesmo tempo o Mao em seguida não causou diretamente a morte de muitos milhões mais?
    Morreu tarde, deveria ter morrido bem antes de causar a morte de muita gente melhor que ele e que o país precisava.

  • Luara Wandelli Loth
    Escrito as 23:30h, 08 fevereiro Responder

    Meu gente…
    Maravilhoso o Pod, MAS a Chaohua é uma mulher!!!!! Tem até foto dela no livro.

  • Milena
    Escrito as 23:42h, 27 abril Responder

    Ouvindo esse podcast fazendo a minha prova de China HAHAHAHAAHAHAHAHA! Valéria, eu te amo!!!!!!!

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