No episódio de hoje, Zamiliano, Jones Manoel, Débora Baldin e Ailan irão ponderar questões sobre a série Chernobyl, da HBO.

Edição: Zamiliano,

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Explosão de um dos reatores de Fukushima

Entrevista com Nicolay taraknov sobre a série Chernobyl

 

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3 comentários em “46 – Chernobyl”

  1. Cai no podcast de vocês, achei interessante ver a opinião de outras pessoas. Não tenho o mesmo pensamento que alguns participantes do podcast. Mas foi bem curioso. Vou dar uma dica para alguns participantes, não precisa ser tão bravo em seus comentários é só um seriado.

  2. Vou fazer algumas ponderações como alguém marxista que achou a série interessante, oferecendo um contraponto. Particularmente, achei algumas análises de vocês legais outras bizarras, falarei das bizarras.

    Quem fez a trilha sonora do filme A Chegada e da série Chernobyl foi a mesma pessoa, a compositora Hildur Guðnadóttir, acredito que por isso as cenas de tensão tem algo característico e não porque está te induzindo à guerra, como foi sugerido pelo Jones (curiosamente ela também fez as trilhas dos recentes filmes O Regresso e do Coringa, que também são bastante tensas e caóticas, se ele não notou a série é sobre caos). Jones também sugere que toda vez que ela mostra a usina ela parece rudimentar é precária, o que também não têm nada a ver, as fotos da usina eram idênticas às filmagens e devemos lembrar que é uma ambientação dos anos 80, não têm como ser os jetsons, mais uma vez vendo pêlo em ovo.

    O camarada Jones também citou que a URSS era uma potência tecnológica e científica, fato, mas apesar da URSS ter um gigantesco corpo científico e ser importante na época ela também teve erros graves, para isso sugiro o nerdologia sobre ciência na união soviética (youtube.com/watch?v=hnhpyX7ljzA) que as resume bem.

    Se atacamos a propriedade privada por fazer algo mal feito que ocasiona catástrofes ambientais também devemos atacar a irresponsabilidade do caso de Chernobyl. É absurdo ver vocês tentando dizer que eles agiram bem. Ao meu ver foi terrível ter feito os testes que ocasionaram o acidente, não fizeram mais que a obrigação prestar assistência e aposentar alguns afetados. Se a Vale nem isso faz direito ela deve ser severamente punida, e neste ponto concordamos, o Estado falha seriamente quando defende interesses econômicos das grandes corporações que não se importam com as vidas humanas. Mas deixo aqui minha indignação o Estado tem que ser responsabilizado também. Fukushima, Chernobyl e a Vale tem que ser todos responsabilizados. Parem de passar pano pra bosta.

    O podcast pouco falou sobre a série em si, do desenvolvimento, dos personagens, dos problemas dos reatores e no julgamento, a ocultação midiática do acidente, das gravações reais do suicida e dos relatos de pessoas que embasaram a série, focou em ir contra a crítica socialista da série e em nenhum momento crê que pode ter tido algum tipo de autoritarismo no ocorrido. Exageros da série à parte, acredito que a mensagem do filme sobre a distorção e manipulação da verdade serve para qualquer sistema que concentre poder, privado ou estatal. O fenômeno da pós-verdade se encaixa bem as frases de impacto da série, algo que creio que ela tenha tentado ressaltar. Cabe para Trump, Bolsonaro, EUA e União Soviética. “Os Estados Unidos espionam o mundo, mas a KGB tá tudo certo” não, não tá.

    Parece que vocês não estudaram o suficiente sobre Chernobyl e que esperavam uma série ocidental que fosse imparcial com a União Soviética, que viagem. Esse ep. me lembra aquelas críticas com birrentas e cheias de ressentimento tipo “produtor da marvel fala mal do the joker”. Dito isto, na minha opinião os mais sensatos do podcast foram os que menos falaram: zamiliano e o físico de plantão.

    Viagens a parte vocês trouxeram algumas boas ponderações, camaradas. Até logo!

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